CNJ cobra providências do TJ e pede segurança a juiz baleado
Magistrado foi ferido por homem que pedia que júri popular fosse marcado com rapidez
O ministro Humberto Martins, corregedor nacional de Justiça, cobrou do Judiciário do Estado segurança aos magistrados que estiverem no exercício de sua atividade em Mato Grosso.
A Corregedoria é um órgão vinculado ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O pedido foi feito por meio de uma nota, enviada após o juiz Carlos Eduardo de Moraes de Silva, da 2ª Vara de Vila Rica (1.279 km de Cuiabá), ser baleado no ombro por um homem que respondia a processo de homicídio e que tentava pressionar o magistrado para que o júri popular fosse marcado com rapidez. Ele foi morto por seguranças do órgão.
O ministro cobrou informações acerca das providências adotadas pelo presidente do Tribunal de Justiça do Estado, desembargador Rui Ramos, no caso específico e também quanto à situação geral da segurança dos magistrados estaduais.
“Martins também manteve entendimento com o presidente da Associação dos Magistrados do Brasil, juiz Jayme de Oliveira Neto, e com o presidente da Associação dos Magistrados de Mato Grosso, juiz José Arimatéia Neves Costa, para que seja oferecida ao magistrado toda a segurança necessária para o exercício de sua atividade de Judicatura”, disse por meio de nota. Saiba mais.